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"Por que meu cão é tão especial? Porque quando ele chegou pensei que fosse apenas um shar pei. Me enganei! Com aquele rabinho em forma de parafuso, fucinho gelado, olhos cor de mel e patinhas curiosas ele me mostrou que ser especial é amar e ser amado, cheirar e ser acariciado, ver choro e ficar abraçado. Porque pra ele ficar feliz, basta uma banana amassada com Pedigree e um colinho na hora de dormir. Porque agora, aqui, é ele quem é dono de mim!"

domingo, 4 de julho de 2010

As amigas da mamãe!


Há algum tempo mamãe encontou essa foto na casa da vovó e achei que ela merecia um espaço especial. Sou pequeno ainda, mas aprendi que na vida a gente sempre leva o que há de melhor das pessoas que amamos. A menina bonita da esquerda é a Vi e a da direita a Pri. As duas tiveram uma importante participação na formação de uma história, de uma saudade, que hoje minha mamãe pôs pra fora.

A Vi sempre foi a mais certinha da turma, nem por isso a menos sonhadora e batalhadora. Sempre buscou uma vida melhor, amou, arriscou, se decepcionou, mas se reergueu. Com ela minha mamãe aprendeu a lutar até o fim pelos seus sonhos. Com ela viveu muitas histórias engraçadas. Na frente dela também chorou muito, desabafou. São quase 15 anos de amizade, companherismo e, hoje, saudades. Porém embora longe, minha mamãe não deixa de lembrar dela sempre. Sempre que as duas se falam é como se nunca tivessem se separado. Parece estranho, mas é apenas amizade. E pra quem não sabe o que é isso, eu posso traduzir: ser amiga é escolher uma irmã.

A Pri.... Ah a Pri. Minha mãe nunca soube muito descrevê-la. Muitas lembranças e poucas palavras. A Pri é uma princesa, que já lavou chão sem tirar o salto e sem perder a majestade.  A Pri é aquela que com a mesma alegria come sushi ou um saquinho de confete. É aquela em quem ninguém acreditava, mas que tirou 10 na faculdade, viajou pro outro lado do mundo e soube aproveitar cada oportunidade que lhe deram. Se elas já brigaram? Claro que sim, afinal qual irmã nunca brigou com a outra? Mas, o que fica mesmo não é o "ficar de mal", mas sim saber que uma sempre torce pela outra, mesmo de longe, mesmo tão longe.

Vi: "Minha mamãe ainda espera poder passear com você de madrugada para "filosofar" sobre a vida. Quem sabe a violência não traga a mesma paz de dez anos atrás, mas a gente dá um jeito rs".

Pri: "Minha mamãe disse que você era louca pelo Japão e ela pelo Nordeste. Tá explicado porque casaram, respectivamente, com um 'japonês' e com um nordestino. Felicidade sempre, pra vc!"

A gente não faz amigos, reconhece-os.
04/07/2010

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